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Versão revista

IÚNA - 1ª VARA
Informativos

Edital

EDITAL N° 003/2018

 

O Excelentíssimo Dr. RAFAEL MURAD BRUMANA, MM. Juiz de Direito da 1° Vara da Comarca de Iúna, Estado do Espírito Santo, no uso de suas atribuições, na forma da lei, e

 

Considerando a Resolução N° 005/2018 da Presidência do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado do Espírito Santo, publicada em 05 de fevereiro de 2018, que regulamenta a nomeação de advogados para atuarem como dativos em processos do Poder Judiciário do Espírito Santo;

 

Considerando que o artigo 2° da referida Resolução estabelece que o Magistrado deverá oportunizar, por meio de edital, a inscrição dos advogados que desejam a nomeação para atuarem como dativos;

 

Considerando o disposto pelo artigo 5º, inciso LXXIV, da Constituição Federal, segundo o qual "o Estado prestará assistência jurídica integral e gratuita aos que comprovarem insuficiência de recursos";


Considerando que para salvaguardar a defesa dos jurisdicionados hipossuficientes e os princípios constitucionais de acesso, distribuição da Justiça e celeridade da prestação jurisdicional faz-se necessária, atualmente, a nomeação de advogados para atuarem como dativos nos processos em que seja verificada a inexistência, ou insuficiência, da prestação de serviços jurídicos pela Defensoria Pública do Estado do Espírito Santo;

 

Considerando a necessidade de racionalização e imparcialidade nas nomeações de advogados para atuarem como dativos nos processos em trâmite perante o Poder Judiciário do Estado do Espírito Santo, mediante a publicidade do procedimento a fim de garantir-se o acesso, de forma impessoal e igualitária, de todos os advogados interessados em aceitar o múnus público, assegurando-se, assim, a prevalência dos princípios estampados no artigo 37, da Constituição Federal;

 

Considerando o disposto nos §§ 5º e 6º da Resolução N° 005/2018 da Presidência do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado do Espírito Santo e os §§ 2º e 3º do artigo 3º do Edital Nº 002/2018 desta Vara, publicado no Diário da Justiça de 18/04/2018, que estabelece que a lista de advogados inscritos na Vara teria validade de 06 (seis) meses, quando seria integralmente revista, mediante abertura de novo edital;

 

Considerando a proximidade do fim da validade da lista de advogados inscritos nesta Vara, cujas inscrições foram deferidas através do referido Edital Nº 002/2018;

 

RESOLVE:

 

Art. 1° Tomar pública a abertura de EDITAL para a inscrição de advogados regularmente inscritos na OAB que desejam ser nomeados para atuarem como dativos, quando necessário, nos processos em trâmite perante a 1ª Vara da Comarca da lúna - ES.

 

§ 1º. A inscrição será realizada por meio de documento formalmente encaminhado a este Juízo, manifestando o interesse do advogado em ser nomeado, quando necessário, para atuação como dativo, assim como o compromisso de aceitar a designação ou, em casos excepcionais, comunicar por escrito, nos autos respectivos, os motivos da recusa.

 

§ 2°. Somente poderão solicitar a referida inscrição os advogados que comprovarem regularidade de sua inscrição perante a Ordem dos Advogados do Brasil, devendo, portanto, apresentar no ato da inscrição extrato ou documento equivalente, atualizado, obtido através do site cna.oab.org.br.

 

§ 3°. Será formalmente indeferida a inscrição do advogado que não comprovar o atendimento ao requisito referido no § 2°.

 

§ 4°. O indeferimento de inscrição de advogado não obsta que, após comprovadamente sanado o vício motivador do indeferimento, seja novamente pleiteada, no semestre subsequente, a sua inclusão na lista do Juízo para, quando necessário, atuar como dativo.

 

Art. 2º A inscrição referida no artigo anterior deverá ser feita por meio físico, na Contadoria da Comarca de Iúna – ES, com endereçamento a este Juízo da 1ª Vara da Comarca de Iúna – ES, no qual deve constar: nome completo, número do CPF, e-mail, número de inscrição na OAB, endereço e telefones de contato atualizados, bem como anexando o comprovante de regularização de inscrição na OAB, conforme §2º do art. 1º deste edital.

 

Art. 3° O prazo para inscrição será do dia 17 de outubro de 2018 às 12:00 horas, até o dia 31 de outubro de 2018 às 18:00 horas.

 

§ 1°. Ao protocolar sua inscrição na Contadoria da Comarca de Iúna - ES o advogado será incluído em uma lista de advogados cadastrados, em ordem crescente, usando-se como parâmetro a hora e a data de recebimento da inscrição no setor de protocolo.

 

§ 2º A lista de advogados inscritos nesta Vara terá validade de 06 (seis) meses, quando será integralmente revista, mediante abertura de novo edital.

 

§ 3º A inscrição efetuada pelo advogado é válida somente até que seja aberto novo edital, oportunidade em que, havendo interesse em permanecer no quadro de inscritos da unidade judiciária para atuar como dativo, o advogado deverá realizar nova inscrição.

 

§ 4º A lista de advogados obedecerá, rigorosamente, a ordem crescente do protocolo realizado, conforme § 1º deste artigo.

 

§ 5º. As nomeações seguirão a ordem estipulada no § 1º deste artigo, retomando-se sempre de onde parou, de modo que sejam asseguradas a isonomia e a impessoalidade das nomeações.

 

§ 6°. Após ser nomeado como dativo em determinado processo, o advogado será redirecionado ao final da fila.

 

§ 7°. A lista de advogados mencionada no § 1º deste artigo será publicada no Diário de Justiça por este Juízo por 3 (três) dias consecutivos, e ficará disponível na Secretaria do Juízo para acesso público.

 

Art. 4º. Será de 05 (cinco) dias úteis o período para eventuais impugnações, contados a partir do último dia da publicação da lista no Diário de Justiça, por meio de peticionamento direcionado a este Juízo e protocolada no setor de Protocolo, por meio físico.

 

§ 1°. Poderá ser objeto de impugnação a ausência de inclusão de nome de advogado que tenha solicitado inscrição e não tenha sido indeferida formalmente nos ternos do §3° do art. 1º deste Edital, ou a indevida inclusão de advogado que não preencha os requisitos necessários à inscrição, desde que acompanhada dos documentos que comprovem a alegação.

 

§ 2º. As impugnações apresentadas serão analisadas por este Juízo em até 05 (cinco) dias úteis. Havendo necessidade de alterações estas serão efetuadas, publicando-se novamente a lista no Diário de Justiça.

 

Art. 5° Ficam advertidos os advogados que forem nomeados que:

 

I - Uma vez nomeados para atuação como dativos não poderão substabelecer os poderes a outro advogado.

 

II - Havendo algum motivo que impeça o advogado de continuar atuando no processo como dativo, deverá informar ao Juízo e solicitar a sua destituição, com a consequente nomeação de outro advogado, não fazendo jus à compensação de tal processo e, portanto, devendo aguardar, ao fim da lista, nova nomeação.

 

III - O advogado que substabelecer os poderes no processo para o qual foi nomeado, contrariando o inciso I deste artigo, ou que atuar de forma desidiosa no curso do processo, será excluído da lista de advogados cadastrados para atuarem como dativos perante a 1ª Vara de Iúna, sendo-lhe vedada a inscrição na lista referente ao edital imediatamente subsequente.

 

IV - A exclusão do advogado da lista de cadastro da 1ª Vara de Iúna, na forma do Inciso III deste artigo, não importa em automática destituição do encargo para atuar como dativo nos processos em que já houver sido nomeado, de modo que tal medida dependerá sempre de decisão judicial motivada proferida nos respectivos autos.

 

V - É vedada a utilização, pelos advogados, de expressão, termo ou vocábulo que denote caráter permanente ao múnus público de advocacia dativa em qualquer de seus documentos profissionais, inclusive cartões de visitas.

 

VI – Tramitam na 1ª Vara de Iúna processos cíveis, abrangendo todos os ritos, processos de família, execução fiscal, etc., não podendo o advogado dativo escolher quais causas e ramos do direito atuará. Será nomeado o advogado que estiver na vez.

 

VII - A nomeação do advogado dativo poderá ser feita para a prática de apenas um ato específico ou para patrocínio de todo o processo, a depender da necessidade do caso concreto, devendo o nomeado ser cientificado expressamente acerca da extensão de sua nomeação.

 

VIII - Havendo a nomeação de advogado dativo para acompanhamento do requerido(a) em audiência de conciliação/mediação e não ocorrendo a autocomposição, o advogado dativo nomeado deverá apresentar defesa e demais atos postulatórios, incumbindo-lhe o patrocínio de todo o processo a partir desse momento.

 

§ 1º Na hipótese do inciso VII, se a necessidade do caso concreto o evidenciar, é vedado ao advogado dativo nomeado pretender ser nomeado para apenas um ato específico e não para patrocínio de todo o processo, não cabendo ao advogado realizar esta análise, a qual compete exclusivamente à autoridade nomeante.

 

§ 2º Na hipótese do inciso VIII, não apresentando o advogado dativo nomeado a defesa e demais atos postulatórios que lhe incumbem, este não fará jus à compensação de tal processo.


Art. 6° Nos casos em que a parte comparecer à audiência, de conciliação/mediação, preliminar ou de instrução, desacompanhada de advogado constituído, observando-se a necessidade de prestação de assistência jurídica gratuita e, ainda, estando impossibilitada a Defensoria Pública de assistir a parte, a nomeação de advogado para atuar como dativo dar-se-á no início do ato, observando-se a lista mencionada no §1º do art. 3°, deste edital.

 

§ 1º. Nos casos do caput deste artigo, acaso o causídico que ocupe o topo da lista de inscritos, fazendo jus à nomeação para atuar como dativo, não possua disponibilidade imediata para patrocinar a causa, dever-se-á contatar o imediatamente subsequente, e assim sucessivamente, até que seja encontrado profissional imediatamente disponível.

 

§ 2º. O advogado que, ao ser contatado nos moldes do parágrafo anterior, não tiver disponibilidade imediata, será direcionado ao final da lista.

 

§ 3º O advogado que for nomeado para prática de atos no processo e não cumprir seu encargo no prazo fixado, será excluído da lista de advogados cadastrados para atuarem como dativos perante esta Vara, sendo-lhe vedada a inscrição na lista referente ao edital imediatamente subsequente.

 

Art. 7° As eventuais omissões e as situações não previstas neste edital serão decididas por este Juízo.

 

Art. 8° Este edital entra em vigor na data de sua publicação no Diário de Justiça.

 

Publique-se.

 

Iúna – ES, 10 de outubro de 2018.

 

RAFAEL MURAD BRUMANA

JUIZ DE DIREITO

IÚNA - 1ª VARA
Intimações

Intimação - Diário

ESTADO DO ESPÍRITO SANTO
PODER JUDICIÁRIO
Juízo de Iúna - 1ª Vara
Rua Galaos Rius, 301, Fórum Desembargador Waldemar Pereira, Centro, IÚNA - ES - CEP: 29390-000
Telefone:(28) 35451070

PROCESSO Nº 5000282-40.2018.8.08.0028
PROCEDIMENTO DO JUIZADO ESPECIAL CÍVEL (436)
REQUERENTE: EDUARDO DE MOURA GOMES
REQUERIDO: ESPIRITO SANTO CENTRAIS ELETRICAS SOCIEDADE ANONIMA
Advogado do(a) REQUERENTE: CRISTIANE GARCIA CERQUEIRA MACEDO - MG141564

INTIMAÇÃO

Por ordem do(a) Exmo(a). Dr(a). Juiz(a) de Direito da Iúna - 1ª Vara, fica(m) o(a/s) advogado(a/s) supramencionado(a/s) intimado(a/s)   para da decisão proferida (id. 1481958), bem como da audiência designada para o dia 07/11/2018 às 17:00 horas.

IÚNA-ES, 10 de outubro de 2018.

HELOÍSA CHEQUER BOU-HABIB ALCURE
Analista Judiciária Especial

IÚNA - 1ª VARA
Listas

Lista 0197/2018

PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO
IÚNA - 1ª VARA

JUIZ(A) DE DIREITO: DRº RAFAEL MURAD BRUMANA
PROMOTOR(A) DE JUSTIÇA: DRº ROGER GUIMARAES DE MELO BARRETO
ANALISTA JUDICIARIO ESPECIAL: HELOISA CHEQUER BOUHABIB ALCURE


Lista: 0197/2018


1 - 0001115-46.2018.8.08.0028 - Procedimento Comum
Requerente: J.V.D.S.L. e outros
Requerido: E.D.L.D.S.

Intimo os(as) Drs(as) advogados(as)
Advogado(a): 9670/ES - ELISA HELENA QUARTO AMARAL
Requerente: J.V.D.S.L.
Ao autor para, querendo, impugnar a contestação apresentada.


2 - 0002554-29.2017.8.08.0028 - Alimentos - Lei Especial Nº 5.478/68
Requerente: N.O.D.S.
Requerido: J.P.R.D.S. e outros

Intimo os(as) Drs(as) advogados(as)
Advogado(a): 14378/ES - ALAN MARIANO
Requerido: M.L.A.F.D.S.
Requerido: J.P.R.D.S.

Para tomar ciência do despacho:
  • Intime-se a parte para especificar as provas que pretende produzir, no prazo de 10 (dez) dias, advertindo-o que o silêncio implicará no julgamento antecipado da lide.


3 - 0002901-33.2015.8.08.0028 - Procedimento Comum
Requerente: DOUVENIR LAURINDO PEREIRA
Requerido: INSTITUTO NACIONAL DO SEGURIDADE SOCIAL - INSS

Intimo os(as) Drs(as) advogados(as)
Advogado(a): 21759/ES - DIOGO MENDES DE CAMPOS
Requerente: DOUVENIR LAURINDO PEREIRA

Para tomar ciência da sentença:
Ante o exposto, em razão da coisa julgada, julgo extinto o processo, sem resolução de mérito, nos termos do artigo 485, inciso V, do Código de Processo Civil. Em atenção ao princípio da sucumbência (art. 85, do CPC-15), condeno o autor ao pagamento das custas do processo e honorários advocatícios de 10% sobre o valor da causa (art. 85, § 2°, do CPC-15). Considerando que o requerente está amparado pela assistência judiciária, declaro que as obrigações decorrentes da sucumbência ficarão sob condição suspensiva de exigibilidade e somente poderão ser executadas se, nos 5 (cinco) anos subsequentes ao trânsito em julgado da presente sentença, o credor demonstrar que deixou de existir a situação de insuficiência de recursos que justificou a concessão de gratuidade, extinguindo-se, passado esse prazo, tais obrigações do beneficiário (art. 98, § 3°, do CPC-15). P.R.I.C. Após o trânsito em julgado, arquive-se.


4 - 0001537-21.2018.8.08.0028 - Execução de Título Extrajudicial
Exequente: TOPACK DO BRASIL LTDA
Executado: WILLIAN MACIEL GERALDO

Intimo os(as) Drs(as) advogados(as)
Advogado(a): 272838/SP - CINTIA ZAMPIERI GALITEZI DE OLIVEIRA
Exequente: TOPACK DO BRASIL LTDA
Advogado(a): 267797/SP - DANIEL AUGUSTO BOMBARDA DE OLIVEIRA
Exequente: TOPACK DO BRASIL LTDA
Ao autor para ciência da devolução do mandado pelo Oficial de Justiça, requerendo o que entender de direito no prazo legal.


5 - 0001350-13.2018.8.08.0028 - Execução de Título Extrajudicial
Exequente: BANCO DO BRASIL S/A
Executado: EDUARDO ANTONIO MOREIRA e outros

Intimo os(as) Drs(as) advogados(as)
Advogado(a): 18353/ES - MARCOS CALDAS MARTINS CHAGAS
Exequente: BANCO DO BRASIL S/A
Ao autor para ciência da devolução do mandado pelo Oficial de Justiça, que deixou de citar a executada Josiane, requerendo o que entender de direito no prazo legal.


6 - 0001938-25.2015.8.08.0028 - Execução de Alimentos
Exequente: N.O.D.S. e outros
Executado: J.P.R.D.S.J.

Intimo os(as) Drs(as) advogados(as)
Advogado(a): 17535/ES - ANDREZA SANTOS DA SILVA AGUIAR
Exequente: N.O.D.S.
Ao autor para ciência da devolução do mandado pelo Oficial de Justiça, que deixou de efetuar a prisão, requerendo o que entender de direito no prazo legal.


7 - 0000213-93.2018.8.08.0028 - Divórcio Litigioso
Requerente: J.M.D.A.
Requerido: A.D.O.S.

Intimo os(as) Drs(as) advogados(as)
Advogado(a): 19930/ES - ALEKSANDRO HONRADO VIEIRA
Requerido: A.D.O.S.

Para tomar ciência da sentença:
Ante o exposto, homologo por sentença o acordo de realizado em audiência (f. 21) e decreto o divórcio entre Jéssica Mates de Amorim e Alan Dioni Oliveira Santos para que surtam os seus jurídicos e legais efeitos, e, por consequência, julgo extinto o processo, com resolução do mérito, nos termos do artigo 487, inciso III, “b”, do Código de Processo Civil. Por força da sucumbência, condeno as partes ao pagamento das custas processuais, condicionando sua execução nos termos do art. 98, §3º do mesmo diploma legal. SERVE A PRESENTE SENTENÇA DE MANDADO DE AVERBAÇÃO, a qual deverá ser apresentada, por cópia autenticada, à Serventia de Registro Civil Competente para fins de averbação do divórcio, sem a cobrança de emolumentos, nos termos do artigo 98, inciso II, do Código de Processo Civil, segundo o qual a gratuidade da justiça compreende “os emolumentos devidos a notários ou registradores em decorrência da prática de registro, averbação ou qualquer outro ato notarial necessário à efetivação de decisão judicial ou à continuidade de processo judicial no qual o benefício tenha sido concedido”. Considerando os serviços prestados pela causídica Dr.ª Rhaab Noya Bastos Gomes, OAB/ES 22.224, na condição de advogada dativa, com fulcro no decreto 2.821 do Estado do Espírito Santo, fixo o valor de R$ 600,00 (seiscentos reais) a título de honorários advocatícios, a serem pagos pelo Estado do Espírito Santo. Expeça-se o competente RPV. Publique-se. Registre-se. Intimem-se. Cientifique-se o Ministério Público. Diligencie-se. Transitada em julgado, arquive-se com as cautelas de praxe.


8 - 0000742-15.2018.8.08.0028 - Procedimento Comum
Requerente: FRANCISCO DE ASSIS E SANTOS
Requerido: INSS - INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL

Intimo os(as) Drs(as) advogados(as)
Advogado(a): 28513/ES - AMANDA PELLISSARI SILVEIRA
Requerente: FRANCISCO DE ASSIS E SANTOS
Ao autor para, querendo, impugnar a contestação apresentada.


9 - 0000532-61.2018.8.08.0028 - Procedimento Comum
Requerente: MARLENE GOMES FONTOURA
Requerido: BANCO BANESTES

Intimo os(as) Drs(as) advogados(as)
Advogado(a): 19930/ES - ALEKSANDRO HONRADO VIEIRA
Requerente: MARLENE GOMES FONTOURA
Ao autor para, querendo, impugnar a contestação apresentada.




IÚNA, 10 DE OUTUBRO DE 2018

HELOISA CHEQUER BOUHABIB ALCURE
ANALISTA JUDICIARIO ESPECIAL

IÚNA - 1ª VARA
Editais

Edital

EDITAL N° 003/2018

 

O Excelentíssimo Dr. RAFAEL MURAD BRUMANA, MM. Juiz de Direito da 1° Vara da Comarca de Iúna, Estado do Espírito Santo, no uso de suas atribuições, na forma da lei, e

 

Considerando a Resolução N° 005/2018 da Presidência do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado do Espírito Santo, publicada em 05 de fevereiro de 2018, que regulamenta a nomeação de advogados para atuarem como dativos em processos do Poder Judiciário do Espírito Santo;

 

Considerando que o artigo 2° da referida Resolução estabelece que o Magistrado deverá oportunizar, por meio de edital, a inscrição dos advogados que desejam a nomeação para atuarem como dativos;

 

Considerando o disposto pelo artigo 5º, inciso LXXIV, da Constituição Federal, segundo o qual "o Estado prestará assistência jurídica integral e gratuita aos que comprovarem insuficiência de recursos";

 


Considerando que para salvaguardar a defesa dos jurisdicionados hipossuficientes e os princípios constitucionais de acesso, distribuição da Justiça e celeridade da prestação jurisdicional faz-se necessária, atualmente, a nomeação de advogados para atuarem como dativos nos processos em que seja verificada a inexistência, ou insuficiência, da prestação de serviços jurídicos pela Defensoria Pública do Estado do Espírito Santo;

 

Considerando a necessidade de racionalização e imparcialidade nas nomeações de advogados para atuarem como dativos nos processos em trâmite perante o Poder Judiciário do Estado do Espírito Santo, mediante a publicidade do procedimento a fim de garantir-se o acesso, de forma impessoal e igualitária, de todos os advogados interessados em aceitar o múnus público, assegurando-se, assim, a prevalência dos princípios estampados no artigo 37, da Constituição Federal;

 

Considerando o disposto nos §§ 5º e 6º da Resolução N° 005/2018 da Presidência do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado do Espírito Santo e os §§ 2º e 3º do artigo 3º do Edital Nº 002/2018 desta Vara, publicado no Diário da Justiça de 18/04/2018, que estabelece que a lista de advogados inscritos na Vara teria validade de 06 (seis) meses, quando seria integralmente revista, mediante abertura de novo edital;

 

Considerando a proximidade do fim da validade da lista de advogados inscritos nesta Vara, cujas inscrições foram deferidas através do referido Edital Nº 002/2018;

 

RESOLVE:

 

Art. 1° Tomar pública a abertura de EDITAL para a inscrição de advogados regularmente inscritos na OAB que desejam ser nomeados para atuarem como dativos, quando necessário, nos processos em trâmite perante a 1ª Vara da Comarca da lúna - ES.

 

§ 1º. A inscrição será realizada por meio de documento formalmente encaminhado a este Juízo, manifestando o interesse do advogado em ser nomeado, quando necessário, para atuação como dativo, assim como o compromisso de aceitar a designação ou, em casos excepcionais, comunicar por escrito, nos autos respectivos, os motivos da recusa.

 

§ 2°. Somente poderão solicitar a referida inscrição os advogados que comprovarem regularidade de sua inscrição perante a Ordem dos Advogados do Brasil, devendo, portanto, apresentar no ato da inscrição extrato ou documento equivalente, atualizado, obtido através do site cna.oab.org.br.

 

§ 3°. Será formalmente indeferida a inscrição do advogado que não comprovar o atendimento ao requisito referido no § 2°.

 

§ 4°. O indeferimento de inscrição de advogado não obsta que, após comprovadamente sanado o vício motivador do indeferimento, seja novamente pleiteada, no semestre subsequente, a sua inclusão na lista do Juízo para, quando necessário, atuar como dativo.

 

Art. 2º A inscrição referida no artigo anterior deverá ser feita por meio físico, na Contadoria da Comarca de Iúna – ES, com endereçamento a este Juízo da 1ª Vara da Comarca de Iúna – ES, no qual deve constar: nome completo, número do CPF, e-mail, número de inscrição na OAB, endereço e telefones de contato atualizados, bem como anexando o comprovante de regularização de inscrição na OAB, conforme §2º do art. 1º deste edital.

 

Art. 3° O prazo para inscrição será do dia 17 de outubro de 2018 às 12:00 horas, até o dia 31 de outubro de 2018 às 18:00 horas.

 

§ 1°. Ao protocolar sua inscrição na Contadoria da Comarca de Iúna - ES o advogado será incluído em uma lista de advogados cadastrados, em ordem crescente, usando-se como parâmetro a hora e a data de recebimento da inscrição no setor de protocolo.

 

§ 2º A lista de advogados inscritos nesta Vara terá validade de 06 (seis) meses, quando será integralmente revista, mediante abertura de novo edital.

 

§ 3º A inscrição efetuada pelo advogado é válida somente até que seja aberto novo edital, oportunidade em que, havendo interesse em permanecer no quadro de inscritos da unidade judiciária para atuar como dativo, o advogado deverá realizar nova inscrição.

 

§ 4º A lista de advogados obedecerá, rigorosamente, a ordem crescente do protocolo realizado, conforme § 1º deste artigo.

 

§ 5º. As nomeações seguirão a ordem estipulada no § 1º deste artigo, retomando-se sempre de onde parou, de modo que sejam asseguradas a isonomia e a impessoalidade das nomeações.

 

§ 6°. Após ser nomeado como dativo em determinado processo, o advogado será redirecionado ao final da fila.

 

§ 7°. A lista de advogados mencionada no § 1º deste artigo será publicada no Diário de Justiça por este Juízo por 3 (três) dias consecutivos, e ficará disponível na Secretaria do Juízo para acesso público.

 

Art. 4º. Será de 05 (cinco) dias úteis o período para eventuais impugnações, contados a partir do último dia da publicação da lista no Diário de Justiça, por meio de peticionamento direcionado a este Juízo e protocolada no setor de Protocolo, por meio físico.

 

§ 1°. Poderá ser objeto de impugnação a ausência de inclusão de nome de advogado que tenha solicitado inscrição e não tenha sido indeferida formalmente nos ternos do §3° do art. 1º deste Edital, ou a indevida inclusão de advogado que não preencha os requisitos necessários à inscrição, desde que acompanhada dos documentos que comprovem a alegação.

 

§ 2º. As impugnações apresentadas serão analisadas por este Juízo em até 05 (cinco) dias úteis. Havendo necessidade de alterações estas serão efetuadas, publicando-se novamente a lista no Diário de Justiça.

 

Art. 5° Ficam advertidos os advogados que forem nomeados que:

 

I - Uma vez nomeados para atuação como dativos não poderão substabelecer os poderes a outro advogado.

 

II - Havendo algum motivo que impeça o advogado de continuar atuando no processo como dativo, deverá informar ao Juízo e solicitar a sua destituição, com a consequente nomeação de outro advogado, não fazendo jus à compensação de tal processo e, portanto, devendo aguardar, ao fim da lista, nova nomeação.

 

III - O advogado que substabelecer os poderes no processo para o qual foi nomeado, contrariando o inciso I deste artigo, ou que atuar de forma desidiosa no curso do processo, será excluído da lista de advogados cadastrados para atuarem como dativos perante a 1ª Vara de Iúna, sendo-lhe vedada a inscrição na lista referente ao edital imediatamente subsequente.

 

IV - A exclusão do advogado da lista de cadastro da 1ª Vara de Iúna, na forma do Inciso III deste artigo, não importa em automática destituição do encargo para atuar como dativo nos processos em que já houver sido nomeado, de modo que tal medida dependerá sempre de decisão judicial motivada proferida nos respectivos autos.

 

V - É vedada a utilização, pelos advogados, de expressão, termo ou vocábulo que denote caráter permanente ao múnus público de advocacia dativa em qualquer de seus documentos profissionais, inclusive cartões de visitas.

 

VI – Tramitam na 1ª Vara de Iúna processos cíveis, abrangendo todos os ritos, processos de família, execução fiscal, etc., não podendo o advogado dativo escolher quais causas e ramos do direito atuará. Será nomeado o advogado que estiver na vez.

 

VII - A nomeação do advogado dativo poderá ser feita para a prática de apenas um ato específico ou para patrocínio de todo o processo, a depender da necessidade do caso concreto, devendo o nomeado ser cientificado expressamente acerca da extensão de sua nomeação.

 

VIII - Havendo a nomeação de advogado dativo para acompanhamento do requerido(a) em audiência de conciliação/mediação e não ocorrendo a autocomposição, o advogado dativo nomeado deverá apresentar defesa e demais atos postulatórios, incumbindo-lhe o patrocínio de todo o processo a partir desse momento.

 

§ 1º Na hipótese do inciso VII, se a necessidade do caso concreto o evidenciar, é vedado ao advogado dativo nomeado pretender ser nomeado para apenas um ato específico e não para patrocínio de todo o processo, não cabendo ao advogado realizar esta análise, a qual compete exclusivamente à autoridade nomeante.

 

§ 2º Na hipótese do inciso VIII, não apresentando o advogado dativo nomeado a defesa e demais atos postulatórios que lhe incumbem, este não fará jus à compensação de tal processo.

 


Art. 6° Nos casos em que a parte comparecer à audiência, de conciliação/mediação, preliminar ou de instrução, desacompanhada de advogado constituído, observando-se a necessidade de prestação de assistência jurídica gratuita e, ainda, estando impossibilitada a Defensoria Pública de assistir a parte, a nomeação de advogado para atuar como dativo dar-se-á no início do ato, observando-se a lista mencionada no §1º do art. 3°, deste edital.

 

§ 1º. Nos casos do caput deste artigo, acaso o causídico que ocupe o topo da lista de inscritos, fazendo jus à nomeação para atuar como dativo, não possua disponibilidade imediata para patrocinar a causa, dever-se-á contatar o imediatamente subsequente, e assim sucessivamente, até que seja encontrado profissional imediatamente disponível.

 

§ 2º. O advogado que, ao ser contatado nos moldes do parágrafo anterior, não tiver disponibilidade imediata, será direcionado ao final da lista.

 

§ 3º O advogado que for nomeado para prática de atos no processo e não cumprir seu encargo no prazo fixado, será excluído da lista de advogados cadastrados para atuarem como dativos perante esta Vara, sendo-lhe vedada a inscrição na lista referente ao edital imediatamente subsequente.

 

Art. 7° As eventuais omissões e as situações não previstas neste edital serão decididas por este Juízo.

 

Art. 8° Este edital entra em vigor na data de sua publicação no Diário de Justiça.

 

Publique-se.

 

Iúna – ES, 10 de outubro de 2018.

 

RAFAEL MURAD BRUMANA

JUIZ DE DIREITO

IÚNA - 2ª VARA
Listas

Lista 0078/2018

PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO
IÚNA - 2ª VARA

JUIZ(A) DE DIREITO: DRº AKEL DE ANDRADE LIMA
PROMOTOR(A) DE JUSTIÇA: DRº ELION VARGAS TEIXEIRA
CHEFE DE SECRETARIA SUBSTITUTO(A): HELIO ADOLPHO MACHADO SCHIAVO


Lista: 0078/2018


1 - 0001428-07.2018.8.08.0028 - Alvará Judicial - Lei 6858/80
Requerente: E.R.D.S. e outros
Requerido: E.J.

Intimo os(as) Drs(as) advogados(as)
Advogado(a): 24025/ES - ELZENI DA SILVA OLIVEIRA
Requerente: E.R.D.S.
Advogado(a): 24242/ES - JOAO CELIO OLIVEIRA DOS SANTOS
Requerente: E.R.D.S.

Para tomar ciência da sentença:
  Pelo exposto, JULGO EXTINTO O PROCESSO, SEM RESOLUÇÃO DE MÉRITO, nos termos do artigo 485, inciso VIII do Código de Processo Civil, pela desistência da presente ação.


2 - 0001178-71.2018.8.08.0028 - Medidas de Proteção à Criança e Adolescente
Requerente: O.M.P.E. e outros
Requerido: J.D.I.E.D.J.D.I. e outros

Intimo os(as) Drs(as) advogados(as)
Advogado(a): 28308/ES - CASSIA LAGE SANTOS GONCALVES
Requerente: M.F.D.A.
Advogado(a): 11217/ES - LARA KRASSITSCHKOW FIGUEIREDO
Requerido: R.F.

Para tomar ciência do despacho:
  Considerando o Provimento nº 32/2013 do CNJ, no qual determinada que semestralmente, nos meses de abril de outubro devem ser realizadas audiências concentradas, designo AUDIÊNCIA CONCENTRADA para o dia 23/10/2018, às 14:00 horas.   Intime as partes e notifique o Ministério Público.   Verifico que foi acostado estudo social, por este motivo, abra-se vista ao Ministério.   Diligencie.


3 - 0002550-26.2016.8.08.0028 - Medidas de Proteção à Criança e Adolescente
Requerente: O.M.P.E. e outros
Requerido: J.D.I.E.J.D.I. e outros

Intimo os(as) Drs(as) advogados(as)
Advogado(a): 016272/ES - MICKELL CAMPOS AMORIM DE FREITAS
Requerido: K.C.A.P.
Advogado(a): 24904/ES - MILLA FINOTTI ALCURE
Requerido: J.B.L.
Advogado(a): 21373/ES - ROGERIO MIRANDA BARBOSA
Requerido: M.D.

Para tomar ciência do despacho:
  Considerando o Provimento nº 32/2013 do CNJ, no qual determinada que semestralmente, nos meses de abril de outubro devem ser realizadas audiências concentradas, designo AUDIÊNCIA CONCENTRADA para o dia 23/10/2018, às 13:00 horas.   Intime as partes e notifique o Ministério Público.   Verifico que foi acostado estudo social, por este motivo, abra-se vista ao Ministério Público quanto ao item 1 da fl.127.


4 - 0001903-94.2017.8.08.0028 - Arrolamento Comum
Requerente: F.M.C.
Requerido: S.M.D.A.

Intimo os(as) Drs(as) advogados(as)
Advogado(a): 28325/ES - ELIEDINA GONCALVES DA SILVA
Requerente: F.M.C.

Para tomar ciência da decisão:
Ante o exposto, DEFIRO o requerimento de fl.22, com o fito de AUTORIZAR a expedição de ALVARÁ JUDICIAL para a venda do veículo Fiat Uno Mille Fire, ano 2003, modelo 2004, placas identificadoras GVO9528/SP, cor cinza, Chassi 9BD15822544498486, RENAVAM 00810184729. O valor deverá ser utilizado para o pagamento das despesas do processo, pagamento do ITCMD e o restante depositado em conta judicial em favor do menor João Pedro Amorim da Costa.


5 - 0000170-11.2008.8.08.0028 (028.08.000170-5) - Ação Penal - Procedimento Ordinário
Autor: MP
Réu: LUIZ CARLOS GARCIA

Intimo os(as) Drs(as) advogados(as)
Advogado(a): 29561/ES - JOAO PAULO VIEIRA ANGELO
Réu: LUIZ CARLOS GARCIA

Para tomar ciência do despacho:
Considerando que havia sido designada audiência para o dia 26/09/2018 neste processo. Considerando que este magistrado foi convocado, para participar no dia 26/09/2018 do Seminário de Mediação Judicial em Brasília/DF, no qual representei o NUPEMEC e o TJES, conforme Portaria 559 de 25 de setembro de 2018, disponibilizada no DJe em 26/09/2018. Por este motivo, redesigno a audiência para o dia 31/10/2018, às 13:30 horas. Intime as partes e as testemunhas, requisitando as necessárias.




IÚNA, 10 DE OUTUBRO DE 2018

HELIO ADOLPHO MACHADO SCHIAVO
CHEFE DE SECRETARIA SUBSTITUTO(A)

IÚNA - 2ª VARA
Editais

Edital de Intimação


ESTADO DO ESPÍRITO SANTO
PODER JUDICIÁRIO
IÚNA - 2ª VARA
FÓRUM DES. WALDEMAR PEREIRA
RUA GALAOR RIOS Nº 301 - CENTRO - IÚNA-ES - Tel:(28)3545-1527/1376 - FAX (28)3545-1070
Telefone(s): (28) 3545-1070
Email: 2vara-iuna@tjes.jus.br

EDITAL DE INTIMAÇÃO
PRAZO DE 30(TRINTA) DIAS

Nº DO PROCESSO: 0014485-05.2012.8.08.0028 
AÇÃO : 300 - Procedimento Especial da Lei Antitóxicos 
Requerente: MINISTÉRIO PUBLICO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO
Requerido: EVERTON ALCANTARA CORREA e EDSON ALCANTARA CORREA - ATUALMENTE EM LOCAL INCERTO E NÃO SABIDO.

Exmo. Sr. Dr. AKEL DE ANDRADE LIMA MM. Juiz(a) de Direito da IÚNA - 2ª VARA do Estado do Espírito Santo, por nomeação na forma da lei etc.

FINALIDADE

 

DAR PUBLICIDADE A TODOS QUE O PRESENTE EDITAL VIREMque fica(m) devidamente intimado(s) o(s) ACUSADO(S): EVERTON ALCANTARA CORREA e  EDSON ALCANTARA CORREA do despacho de fls.375 dos autos supramencionados.

DESPACHO

 

Fl:   375

Intime-se os acusados para retirar os objetos apreendidos, mediante comprovação de propriedade, bem como, para fazer o levantamento da importância depositada, no prazo de 30 (trinta) dias, sob pena de perdimento.

Caso os acusados estejam em lugar incerto e não sabido, intimem-se por Edital para retirar os objetos apreendidos, mediante comprovação de propriedade, bem como, para fazer o levantamento da importância depositada, no prazo de 30 (trinta) dias, sob pena de perdimento.

Diligencie

E, para que chegue ao conhecimento de todos, o presente edital vai afixado no lugar de costume deste Fórum e, publicado na forma da lei.

 IÚNA-ES, 03/10/2018 

HELIO ADOLPHO MACHADO SCHIAVO
CHEFE DE SECRETARIA SUBSTITUTO(A)
Aut. pelo Art. 60 do Código de Normas

Este documento foi assinado eletronicamente por HELIO ADOLPHO MACHADO SCHIAVO em 04/10/2018 às 14:52:36, na forma da Lei Federal nº. 11.419/2006. A autenticidade deste documento pode ser verificada no site www.tjes.jus.br, na opção "Consultas - Validar Documento (EJUD)", sob o número 06-3652-1055137.

IÚNA - DIRETORIA DO FORO
Listas

Lista 0001/2018

PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO
IÚNA - DIRETORIA DO FORO

JUIZ(A) DE DIREITO: DRº GRACIELA DE REZENDE HENRIQUEZ
CHEFE DE SECRETARIA: ANDREIA VIEIRA AMIGO


Lista: 0001/2018


1 - 0000967-35.2018.8.08.0028 - Reclamação Disciplinar
Requerente: JUIZ DE DIREITO DIRETOR DA COMARCA DE IUNA
Requerido: MARIA CONCEICAO LEAL DE SOUZA LIMA

Intimo os(as) Drs(as) advogados(as)
Advogado(a): 11026/ES - KAYO ALVES RIBEIRO
Requerido: MARIA CONCEICAO LEAL DE SOUZA LIMA

Para tomar ciência da decisão:
    Tratam-se os autos de Processo Administrativo Disciplinar (0000967-35.2018.8.08.0028), instaurado pela Portaria nº. 004/2018, de 18 de maio de 2018, retificada pela portaria 005/2018, publicada em 11 de julho de 2018, com base na decisão proferida pelo Excelentíssimo Corregedor Geral da Justiça, Desembargador Samuel Meira Brasil Júnior, nos autos do procedimento nº. 201700298281 da CGJES, tendo por objetivo apurar a autuação funcional Delegatária do Cartório de Registro Civil e Tabelionato de Notas do Distrito de Irupi-ES - Comarca de Iúna-ES, Srª. Maria da Conceição Leal de Souza, em decorrência de reclamação Disciplinar instaurada para apurar suposta prática das infrações disciplinares descritas nos: I) Art. 30, inciso V, c/c art. 31, V, todos da Lei Federal nº. 8.935,94; II) Art. 31, incisos I e II da Lei Federal nº. 8.935/94, c/c art. 73, inciso IV da Lei Federal n°. 9.504/1997.   A requerida apresentou defesa preliminar às fls. 2.037/2056, acompanhada de documentos. Foi realizada a instrução conforme se verifica às fls. 2.057/2.058.   Foi apresentado Relatório Final às fls. 2.060/2.066, no qual a Comissão Processante sugeriu a absolvição da delegatária.   Vieram-me os autos conclusos para julgamento.   É o relatório. Passo a decidir.   A atividade desempenhada por este juízo neste procedimento encontra-se delimitada por disposições expressas contidas no Código de Normas da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Espírito Santo:   CNCGJES:   Art. 1.304. Verificando indícios de autoria e materialidade do ilícito funcional (justa causa), o Corregedor-Geral da Justiça ordenará a abertura de procedimento administrativo disciplinar, que será instaurado com a publicação de Portaria que constituir a comissão, seguido das fases do inquérito administrativo (que compreende instrução, defesa e relatório) e do julgamento.   Art. 1.305. Será competente para a abertura do procedimento administrativo disciplinar o Juiz Diretor do Foro da Comarca ou Juízo no qual o servidor público encontra-se lotado, ou no qual o delegatário do serviço notarial e de registro exerce suas funções, ressalvada decisão expressa do Corregedor-Geral da Justiça.   Conforme consta nos autos, a requerida supostamente teria permitido o uso promocional do casamento comunitário realizado no dia 17/09/2016 com subvenção do município e participação de servidores públicos municipais, em benefício do candidato à reeleição Carlos Henrique Emerick Stork, infringindo o disposto nos artigos 73, inciso IV da Lei nº. 9.504/97 e nos artigos 30, inciso V (dever de proceder de forma a dignificar função exercida, tanto nas atividades profissionais como na vida privada) e artigos 31, incisos I (inobservância das prescrições legais ou normativas), II (conduta atentatória às instituições notariais e de registro) e V descumprimento de quaisquer deveres descritos no art. 30) todos da Lei nº. 8.935/94.   Pois bem, o procedimento instaurado não logrou êxito em comprovar dolo ou má-fé da requerida quanto aos atos/omissões lhe foram imputados; não restou comprovado que a requerida fomentou a presença dos postulantes a cargos eletivos no evento realizado pela mesma. Ademais, como se trata de evento aberto ao público, a requerida não poderia fazer o controle das pessoas presentes.   Não ficou corroborado nos autos o caráter promocional do evento, nem mesmo a limitação de participação do mesmo a simpatizantes e partidários do Candidato Carlos Henrique.   Na apuração dos fatos, Comissão Processante não verificou qualquer ilicitude no Processo de Habilitação e realização do casamento comunitário pela Delegatária do Cartório de Registro Civil e Tabelionato de Irupi-ES, tampouco que a designação do casamento tenha sido com intuito de beneficiar qualquer candidato, ainda que sua realização tenha sido no período eleitoral e nas dependências da Escola Municipal Sônia Maria, não ficou evidenciado o dolo da requerida em inobservar as prescrições legais ou normativas.   Ao analisar detidamente os autos, verifica-se, ainda, que o discurso proferido pela requerida foi em situação dissociada das funções exercidas pela mesma, logo, não deve ser sancionada administrativamente por tal conduta.   Corroborando o entendimento adotado, trago a colação recente julgado proferido pelo Egrégio Conselho Superior da Magistratura em caso análogo que ora se apresenta: EMENTA: RECURSO DO CONSELHO – SERVIDOR PÚBLICO – REPRESENTAÇÃO – IMPUTAÇÃO DE HIPOTÉTICO ILICITO CÍVEL – AUSÊNCIA DE NEXO COM AS FUNÇÕES DESEMPENHADAS PELO AGENTE PÚBLICO – FALTA DE JUSTA CAUSA – ARQUIVAMENTO QUE SE IMPÕE – RECURSO DESPROVIDO. I. O processo administrativo disciplinar constitui instrumento destinado a apurar responsabilidade de servidor por infração praticada no exercício de suas atribuições ou que tenha relação com as atribuições do cargo em que se encontra investido. II. Os atos praticados na esfera da vida privada do servidor público, em princípio, não são apurados no âmbito da LC 46/94 e só possuem reflexos disciplinares quando o comportamento relaciona-se com as atribuições do cargo. III. Diante da ausência de justa causa (isto é, de elementos mínimos capazes de demonstrar a relação entre a aquisição dos direitos possessórios e a função desempenhada pelo Recorrido), não se mostra adequada a instauração de processo disciplinar em seu desfavor. IV. Recurso desprovido. CONCLUSÃO: ACORDA O EGRÉGIO CONSELHO DA MAGISTRATURA NA CONFORMIDADE DA ATA E NOTAS TAQUIGRÁFICAS DA SESSÃO, QUE INTEGRAM ESTE JULGADO, à unanimidade, negar provimento ao recurso. (TJES, Classe: Recurso Administrativo, 0009557-27.2014.8.08.0000, Relator: CATHARINA MARIA NOVAES BARCELLOS, Órgão julgador: CONSELHO DA MAGISTRATURA, Data de Julgamento: 12/05/2014, Data da Publicação no Diário: 27/05/2014) – (Grifei).   À luz da prescrição contida na Lei nº 8.112/90 o trabalho realizado pela Comissão Processante, cujo o resultado final está consubstanciado no Relatório Final, goza de especial proteção, determinando que o julgamento, em princípio, deverá acatar a mencionada peça derradeira, salvo quando contrária às provas dos autos. Neste sentido, cito, por oportuno o art. 168, parágrafo único, da Lei nº 8.112/90:   “Art. 168. […] Parágrafo único. Quando o relatório da comissão contrariar as provas dos autos, a autoridade julgadora poderá, motivadamente, agravar a penalidade proposta, abrandá-la ou isentar o servidor de responsabilidade” - (grifei).   Na hipótese vertente, observo que as apurações foram corretamente realizadas e esgotaram-se a busca de provas. Constata-se ainda, que as conclusões finais lançadas pela Comissão Processante levaram em consideração tudo o que foi apurado e que está devidamente “provado” nos autos.   Neste aspecto, impõe-se o acatamento do Relatório Final e, via de consequência, o arquivamento do procedimento, nos termos do art. 167, § 4º, da Lei nº 8.112/90, o qual preconiza que caso seja reconhecida pela Comissão a inocência do servidor, a autoridade instauradora do processo determinará o seu arquivamento:   “Art. 167. [...] §4º Reconhecida pela comissão a inocência do servidor, a autoridade instauradora do processo determinará o seu arquivamento, salvo se flagrantemente contrária à prova dos autos.”   Ante o exposto, despiciendas demais considerações, ACOLHO o relatório da Comissão Processante, para determinar o ARQUIVAMENTO do procedimento em análise.   Intimem-se.   Remetam-se os autos à CGJES.   Após, arquivem-se estes autos com as cautelas de estilo.   Iúna/ES, 05/10/2018.        




IÚNA, 10 DE OUTUBRO DE 2018

ANDREIA VIEIRA AMIGO
CHEFE DE SECRETARIA